Mãos Pompeanas

O grupo Mãos Pompeianas iniciou no dia 10 de maio de 2006 por iniciativa do então pároco, Pe. Joao Corso, com o objetivo de gerar renda para a Paróquia, ajudando na acolhida dos migrantes.

Nos encontros semanais do grupo é produzido artesanato para ser vendido nas festas tradicionais da Paróquia: “Té de las Madre”, Festa da Padroeira, Festa da Integração, e em bazares. O grupo  também foi convidado para comercializar seus produtos no Primeiro Fórum da Igreja Católica, em 2007, na Festa das Etnias da Vila Nova, em 2008, e nos 100 anos da Arquidiocese de Porto Alegre, em 2010.  

Em 2010, através do Pe. Joaquim Filippin, o grupo foi convidado para um seminário no Colégio Sevigné, onde conheceu a AVESOL – Associação Voluntariado e Solidariedade-  que apoia Artesãos e Catadores organizados em cooperativas. Nas reuniões da AVESOL são tratados assuntos sobre a economia solidária, a sustentabilidade, o consumo consciente e a ecologia. Também são abordados temas cristãos por ser uma Associação Marista. A participação do grupo Mãos Pompeianas na AVESOL possibilitou na comercialização do se seu artesanato nas “Feiras da Cidadania” que acontecem em espaços oferecidos por Escolas Maristas duas vezes ao ano, durante três meses para cada feira, que é para alunos, pais, professores e funcionários; e também na Feira Internacional de Economia Solidaria que acontece em Santa Maria há mais de quinze anos.

Em 2012 o grupo for convidado para a “Festa na Rua” Joao Telles, no Bairro Bom Fim em Porto Alegre que acontece anualmente no último domingo de maio em comemoração Independência de Israel.

Além de produzir artesanato, Mãos Pompeianas também elabora os arranjos das mesas das Festas da Integração e da Padroeira observando os princípios do grupo que são: sustentabilidade, respeito a natureza e ao ser humano, e aproveitando materiais que seriam descartados irresponsavelmente. Além disso cultiva os valores cristãos: desprendimento, compromisso, honestidade, disponibilidade e voluntariado (serviço), e amor ao próximo.

Atualmente são quatro as integrantes, duas migrantes: Dike Kansao, libanesa; Estela Espinoza Peres, boliviana; e duas brasileiras: Olga Bueno e Teresinha Vasquez. Algumas vezes recebe ajuda de Ilsa Heck. Como o objetivo do grupo é ajudar os migrantes, o artesanato produzido é vendido pelas integrantes migrantes e revertido para elas, o restante é revertido totalmente para a Paróquia. Muitas as voluntárias passaram pelo grupo, ensinando, produzindo ou simplesmente ajudando. São elas: Fernanda, Luiza, Eloisa, Caster, Ivete, Cléia, Dorildes, Sonia, Maria do Horto, Namá, Heloisa, Fátima, Gabriela, Ivone, Maria Cecília, Glaci, Ruth, Janice, Norma, Erena, Adriana, Miriam, Ilda, Cristina, Olinda, Iara e Hilda; as chilenas: Cristina e Catarina; a panamenha: Vilma; as peruanas: Elvira e Rosana; as portuguesas: Maria Manuela e Adriana; as uruguaias: Maria Cristina, Diamela, Eunice e Ana Maria. A todas as citadas e muitas outras que ajudaram e serviram, nossa gratidão.

Que Deus e Nossa senhora do Rosário de Pompéia as recompense com muitas graças.

A todas o agradecimento de coração por fazer parte do grupo e da Missão Pompéia.

Se você tem gosto pela arte, venha e faça parte das Mãos Pompeianas da Missão Pompéia.

Deus é bom…

…todo tempo!

Teresinha Vasquez

Pe. Anderson Hammes.

MÃOS À OBRA

Mãos à Obra é um grupo de voluntários da Missão Pompeia que todas as segundas-feiras prepara e distribui alimentos para 420/430 Pessoas de Rua. Estas Pessoas são de diferentes Estados do Brasil e também de outros países. Mãos à obra nasceu há 19 anos com um grupo de Emaús que se reunia semanalmente nas casas. Ao ir para reunião, a responsável pela espiritualidade viu mendigos, ficou comovida e partilhou na possibilidade de fazer algo para tais Pessoas.  Uma das participantes sugeriu de preparar sanduiches para aqueles dois ou três mendigos pelos quais havia passado. Assim tudo começou.

Na semana seguinte mais mendigos, mais sanduiches. Com o aumento dos moradores de rua, resolveram mudar para uma comida mais substancial, arroz, feijão, carne, etc. Com o passar do tempo, mais voluntários se juntaram ao grupo e mais comidas foram feitas, chegando ao número de 100 caixinhas por semana no ano de 2002.

Com o incêndio da vila dos papeleiros no ano de 2004, este número dobrou, se fazia 100 pratos para os moradores de rua e 100 pratos para a vila. Com o aumento da população de rua, o trabalho do grupo Mãos à Obra aumentava. Em 2010 Mãos à Obra foi acolhido pela Missão Pompeia. Desde então se reúnem todas as segundas-feiras ás 17:00 horas para preparar os alimentos e, logo em seguida, vão distribui-los no início da Voluntários da Pátria, na Praça da Matriz, na Igreja Sta. Teresinha, na rua São José do Patrocínio da Cidade Baixa, no viaduto da Igreja da Conceição, e no Mercado Público.  

Mãos à Obra é um grupo de voluntários fascinantes pela paixão que têm por servir os moradores de rua. O grupo esperar contar com doações de alimentos e também está aberto a novos voluntários que gostariam dedicar algumas horas por semana e fazer uma experiência única e enriquecedora. Você doador/a e Você Voluntário/a faz possível Mãos à Obra. 

Suzana da Rosa Harzheim

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